1º Aniversário da APFT - COMUNICADO
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1º Aniversário da APFT - COMUNICADO
Caros sócios, colegas e entusiastas do Field Target:
A Associação Portuguesa de Field Target (APFT) está prestes a fazer o seu primeiro aniversário e julgou oportuno, esta Direcção, fazer uma pequena resenha de toda a sua curta mas intensa história, bem como , prestar alguns esclarecimentos que consideramos, acima de tudo, necessários.
Pois é caros amigos, fazemos um ano em 30 de Novembro.
Há um ano atrás, um pequeno grupo de amigos, que desde há alguns anos a esta parte ia praticando esta modalidade, ainda muito pouco conhecida no nosso país, resolveu pôr mãos à obra e constituiu formalmente a APFT.
Tendo feito uma aproximação inicial à Federação Portuguesa de Tiro (FPT), ainda em 2005, encetou aí uma série de contactos com a mesma, com vista a inserir esta modalidade no portfólio federativo da FPT.
Como gostamos da verdade dos factos acima de tudo, para que também a verdade desportiva possa florescer, temos de realçar que, sendo uma modalidade quase desconhecida, já existiam dois clubes que praticavam a mesma há algum tempo, O Clube de Tiro de Precisão do Minho (CTPM) e o Clube de Tiro Campo (CTC) sendo os mesmos os primeiros a formalmente assumirem a prática desta modalidade em Portugal.
Porque surgiram naturais divergências, próprias de todo o tipo de associações e/ou clubes, relativas neste caso ao entendimento da modalidade e sua divulgação em que levaram à saída de alguns sócios fundadores e outros efectivos de um destes clubes, no caso o CTC, foi o pontapé de saída para, naturalmente e ao fim de alguns meses, nascer a APFT e consequentemente vermos a modalidade crescer e passar a contar com três clubes praticantes, onde dois deles, a APFT e o CTC, têm tido um maior protagonismo no panorama nacional até à data.
Como a estratégia da APFT, ao contrário do CTC, desde o seu início que passava claramente pela FPT como a tutela natural do Field Target em Portugal, aconteceu a primeira reunião oficial com esta federação desportiva a 16 de Fevereiro de 2006, na sua sede em Lisboa e com a presença dos seus Presidente e Vice-presidente, respectivamente Sr. Coronel José Loureiro e Sr. Manuel Cecílio, após prévios contactos bilaterais de alinhamento de ideias, iniciados ainda no decorrer de 2005, como atrás referido.
Porque continuamos a gostar da verdade e ao contrário do que possa ser dito ou escrito por outrém, nesta altura (Março de 2006), em que o CTC começava a enaltecer a sua recente condição de NGB (National Governing Body) da WFTF (Federação Internacional de Field Target), passando sempre ao largo da FPT, era de forma clara e comprovada a APFT quem, <u>efectivamente</u>, envidava esforços para o merecido reconhecimento da modalidade junto do organismo máximo federativo português.
Ainda antes de ser tornada pública a APFT a 14 de Março, formalizámos oficialmente o pedido para federar a modalidade em 6 de Março de 2006, ao qual em Abril do mesmo ano, em Assembleia Geral da FPT e com a nossa presença, testemunhámos, com especial agrado, a sua aprovação por unanimidade.
Após a integração da modalidade de Field Target no portfólio de modalidades oficiais da FPT, ficámos igualmente contentes por verificarmos que o CTC, tinha recentemente reconsiderado e retrocedido no seu caminhar isolado aproximando-se igualmente da FPT, tendo para isso, de uma forma lógica e natural, que ter entregue a esta federação a representação oficial junto da WFTF, assumindo e reforçando com essas acções que, de facto e desde o início, a APFT apostara no caminho certo e mais coerente para a implementação da modalidade no país.
Em nosso entendimento, ainda bem que assim foi, pois quem ganhou foi o Field Target.
Não pretendemos protagonismo algum, mas que fique de forma definitiva e clara para todos que, não podemos de forma alguma permitir e assistir sentados, impávidos e serenos, que terceiros tomem como seus os resultados do esforço, trabalho e horas infindáveis de dedicação de todos aqueles que colaboram na APFT e com a APFT em prol do Field Target nacional.
Além do respeito público, do reconhecimento e consideração inerentes às acções de cada um, apenas queremos e isso sim, ver exposta a verdade dos factos, tal qual eles são, como históricamente aconteceram, e não a sua deturpação ou manipulação para posterior utilização em prol de interesses pessoais ou colectivos, tanto do foro interno como externo dos clubes.
Recuando no tempo e fazendo o historial da APFT não cronológico neste primeiro ano de existência, conseguimos organizar uma participação activa na Expocaça 2006, onde estivemos com um stand e uma carreira de tiro indoor, proporcionando a centenas de pessoas a oportunidade de conhecerem e experimentarem o Field Target e as suas carabinas, tendo sido disparados pelos nossos visitantes, nos 3 dias de feira, mais de 6500 chumbos.
Conseguimos realizar três provas, a saber; o primeiro Open no Clube de Tiro de Rates, com a colaboração da Sociedade de Tiro do Porto e da ARTN (Associação Regional de Tiro do Norte), uma prova de divulgação em Outil e o primeiro Troféu Ibérico da APFT, a maior prova de FT jamais efectuada em solo português, onde contámos com a presença de 5 atiradores espanhóis.
Tivemos também duas presenças em Espanha (torneio de Sevilha e de Camponaraya) e iremos a uma outra ainda por realizar em Dezembro, em Los Angeles de San Rafael (perto de Madrid) a convite da recém criada AEFT (Associação Espanhola de Field Target).
<u>Para culminar um primeiro ano de actividade plena, conseguimos o reconhecimento da APFT – Associação Portuguesa de Field Target, como sócio da FPT desde o passado sábado dia 18 de Novembro de 2006.</u>
Vamos a partir daqui, encetar todas as demarches necessárias para a legalização desportiva de todos os nossos associados, na ajuda para obtenção das respectivas licenças, dando formação de preparação para os exames necessários às mesmas, e continuando a lutar pela modalidade que todos adoramos e que queremos ver crescer cada vez mais, de preferência agora, com a adesão de mais clubes e consequentes associados praticantes.
Para terminar, permitam-nos que nos congratulemos por estes feitos, saudando igualmente e desportivamente todos aqueles que, como nós, gostam da modalidade e a querem ver desenvolver.
A todos o nosso muito obrigado, quer pela simples participação no nosso fórum, quer pelas ajudas que sempre vão aparecendo, e, acima de tudo, o agradecimento especial a todos os nossos sócios, por, ao longo deste ano, terem acreditado nas pessoas, no projecto e, principalmente, no Field Target!
Estando a modalidade federada e com o entrar em “velocidade de cruzeiro” a curto ou médio prazo como se espera, contamos agora com naturalidade ver crescer esta família, pois nada disto faz sentido sem a vossa colaboração e presença!
Um grande Bem Hajam!
A Direcção da APFT
A Associação Portuguesa de Field Target (APFT) está prestes a fazer o seu primeiro aniversário e julgou oportuno, esta Direcção, fazer uma pequena resenha de toda a sua curta mas intensa história, bem como , prestar alguns esclarecimentos que consideramos, acima de tudo, necessários.
Pois é caros amigos, fazemos um ano em 30 de Novembro.
Há um ano atrás, um pequeno grupo de amigos, que desde há alguns anos a esta parte ia praticando esta modalidade, ainda muito pouco conhecida no nosso país, resolveu pôr mãos à obra e constituiu formalmente a APFT.
Tendo feito uma aproximação inicial à Federação Portuguesa de Tiro (FPT), ainda em 2005, encetou aí uma série de contactos com a mesma, com vista a inserir esta modalidade no portfólio federativo da FPT.
Como gostamos da verdade dos factos acima de tudo, para que também a verdade desportiva possa florescer, temos de realçar que, sendo uma modalidade quase desconhecida, já existiam dois clubes que praticavam a mesma há algum tempo, O Clube de Tiro de Precisão do Minho (CTPM) e o Clube de Tiro Campo (CTC) sendo os mesmos os primeiros a formalmente assumirem a prática desta modalidade em Portugal.
Porque surgiram naturais divergências, próprias de todo o tipo de associações e/ou clubes, relativas neste caso ao entendimento da modalidade e sua divulgação em que levaram à saída de alguns sócios fundadores e outros efectivos de um destes clubes, no caso o CTC, foi o pontapé de saída para, naturalmente e ao fim de alguns meses, nascer a APFT e consequentemente vermos a modalidade crescer e passar a contar com três clubes praticantes, onde dois deles, a APFT e o CTC, têm tido um maior protagonismo no panorama nacional até à data.
Como a estratégia da APFT, ao contrário do CTC, desde o seu início que passava claramente pela FPT como a tutela natural do Field Target em Portugal, aconteceu a primeira reunião oficial com esta federação desportiva a 16 de Fevereiro de 2006, na sua sede em Lisboa e com a presença dos seus Presidente e Vice-presidente, respectivamente Sr. Coronel José Loureiro e Sr. Manuel Cecílio, após prévios contactos bilaterais de alinhamento de ideias, iniciados ainda no decorrer de 2005, como atrás referido.
Porque continuamos a gostar da verdade e ao contrário do que possa ser dito ou escrito por outrém, nesta altura (Março de 2006), em que o CTC começava a enaltecer a sua recente condição de NGB (National Governing Body) da WFTF (Federação Internacional de Field Target), passando sempre ao largo da FPT, era de forma clara e comprovada a APFT quem, <u>efectivamente</u>, envidava esforços para o merecido reconhecimento da modalidade junto do organismo máximo federativo português.
Ainda antes de ser tornada pública a APFT a 14 de Março, formalizámos oficialmente o pedido para federar a modalidade em 6 de Março de 2006, ao qual em Abril do mesmo ano, em Assembleia Geral da FPT e com a nossa presença, testemunhámos, com especial agrado, a sua aprovação por unanimidade.
Após a integração da modalidade de Field Target no portfólio de modalidades oficiais da FPT, ficámos igualmente contentes por verificarmos que o CTC, tinha recentemente reconsiderado e retrocedido no seu caminhar isolado aproximando-se igualmente da FPT, tendo para isso, de uma forma lógica e natural, que ter entregue a esta federação a representação oficial junto da WFTF, assumindo e reforçando com essas acções que, de facto e desde o início, a APFT apostara no caminho certo e mais coerente para a implementação da modalidade no país.
Em nosso entendimento, ainda bem que assim foi, pois quem ganhou foi o Field Target.
Não pretendemos protagonismo algum, mas que fique de forma definitiva e clara para todos que, não podemos de forma alguma permitir e assistir sentados, impávidos e serenos, que terceiros tomem como seus os resultados do esforço, trabalho e horas infindáveis de dedicação de todos aqueles que colaboram na APFT e com a APFT em prol do Field Target nacional.
Além do respeito público, do reconhecimento e consideração inerentes às acções de cada um, apenas queremos e isso sim, ver exposta a verdade dos factos, tal qual eles são, como históricamente aconteceram, e não a sua deturpação ou manipulação para posterior utilização em prol de interesses pessoais ou colectivos, tanto do foro interno como externo dos clubes.
Recuando no tempo e fazendo o historial da APFT não cronológico neste primeiro ano de existência, conseguimos organizar uma participação activa na Expocaça 2006, onde estivemos com um stand e uma carreira de tiro indoor, proporcionando a centenas de pessoas a oportunidade de conhecerem e experimentarem o Field Target e as suas carabinas, tendo sido disparados pelos nossos visitantes, nos 3 dias de feira, mais de 6500 chumbos.
Conseguimos realizar três provas, a saber; o primeiro Open no Clube de Tiro de Rates, com a colaboração da Sociedade de Tiro do Porto e da ARTN (Associação Regional de Tiro do Norte), uma prova de divulgação em Outil e o primeiro Troféu Ibérico da APFT, a maior prova de FT jamais efectuada em solo português, onde contámos com a presença de 5 atiradores espanhóis.
Tivemos também duas presenças em Espanha (torneio de Sevilha e de Camponaraya) e iremos a uma outra ainda por realizar em Dezembro, em Los Angeles de San Rafael (perto de Madrid) a convite da recém criada AEFT (Associação Espanhola de Field Target).
<u>Para culminar um primeiro ano de actividade plena, conseguimos o reconhecimento da APFT – Associação Portuguesa de Field Target, como sócio da FPT desde o passado sábado dia 18 de Novembro de 2006.</u>
Vamos a partir daqui, encetar todas as demarches necessárias para a legalização desportiva de todos os nossos associados, na ajuda para obtenção das respectivas licenças, dando formação de preparação para os exames necessários às mesmas, e continuando a lutar pela modalidade que todos adoramos e que queremos ver crescer cada vez mais, de preferência agora, com a adesão de mais clubes e consequentes associados praticantes.
Para terminar, permitam-nos que nos congratulemos por estes feitos, saudando igualmente e desportivamente todos aqueles que, como nós, gostam da modalidade e a querem ver desenvolver.
A todos o nosso muito obrigado, quer pela simples participação no nosso fórum, quer pelas ajudas que sempre vão aparecendo, e, acima de tudo, o agradecimento especial a todos os nossos sócios, por, ao longo deste ano, terem acreditado nas pessoas, no projecto e, principalmente, no Field Target!
Estando a modalidade federada e com o entrar em “velocidade de cruzeiro” a curto ou médio prazo como se espera, contamos agora com naturalidade ver crescer esta família, pois nada disto faz sentido sem a vossa colaboração e presença!
Um grande Bem Hajam!
A Direcção da APFT
Carlos


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- Fernando
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- Registado: segunda out 17, 2005 12:29 am
- Localização: cantanhede
Foi um ano muito movimentado, mas valeu a pena. O brigado a todos pela ajuda.
Gosto de longos passeios, principalmente quando são dados por pessoas que me chateiam.
Só trabalho porque dizem que dá saúde, e não quero ficar doente.
Prefiro passar um dia a atiral mal, que passar um dia a trabalhar bem.
Só trabalho porque dizem que dá saúde, e não quero ficar doente.
Prefiro passar um dia a atiral mal, que passar um dia a trabalhar bem.
- RuiS
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